quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Meu tempo


É possível que como eu, muitas mulheres tenham abraçado a vida de esposa com unhas e dentes. Afinal de contas o sonho realizado faz com que nos dediquemos cada dia mais para o casamento ser sempre maravilhoso.

Os pensamentos do dia são em manter a casa em ordem para quando o marido chegar, em qual comida ele prefere para a próxima refeição, as roupas dele limpas, passadas e guardadas e sempre disposta pra dar e receber amor e carinho.

Mas, muitas vezes erroneamente, esquecemos em pensar em nossas comidas preferidas, em o que nós como mulheres queremos fazer, onde queremos ir...

Nós precisamos de um tempo pra nós!!! Algumas se encontram no salão de beleza, com cabelo e unha feita se sentem lindas e renovadas, outras preferem um almoço de domingo feito pelo maridão e a louça por conta dele (é claro!). Mas eu, May, prefiro viajar... sair da rotina, esquecer dos compromissos.

Semana passada fiz isso, meu marido estava ocupado com algumas programações da igreja e trabalhos da faculdade. Eu estava com tudo em dia, porque tenho tempo de sobra para me organizar. Então me convidei a embarcar em uma viagem curtinha mas relaxante pra Baln. Camboriú sem ele, mas, com minha família.

Foi uma delícia novamente poder conversar com eles até acabar todas as novidades, sem esquecer nenhum detalhe. Foi uma delícia saber que agora, teria alguém me esperando quando eu voltasse para MINHA casa.

Mais delícia ainda foi o reencontro com meu marido e matar a "saudadesinha" que já estava apertando.

Estou renovada e pronta para outra!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Um docinho



Ontem resolvi passar um dia curujando minha mãe. Por vários motivos, o que posso dizer é que ela sempre merecerá todo mimo possível que eu possa fazer por ela.

E foi um destes mimos que saiu pela culatra. Chegando ao terminal próximo da casa dela, resolvi descer em uma feirinha que tem ali, todas as manhãs de quinta-feira, comprar aqueles biscoitinhos açucarados e deliciosos, e também rosquinhas de polvilho, que eu sou apaixonada.

Comprando os quitutinhos para minha casa, pensei no porquê não comprar algo pra minha mamãe. Olhei umas balinhas de coco, e de coração aberto, achei que seria um delicioso mimo pra ela.

Entrando no carro dela, disse toda animada, do tipo vou fazer alguém feliz hoje:

-Mãe, comprei umas balinhas pra você!!! Aquelas de coco.

Ela mais que depressa soltou a declaração bombástica:

-Não gosto destas balinhas!!!

Eu tentando argumentar a minha bola fora disse que tinha visto estes tempos umas balinhas destas na casa dela, no baleiro. E ela disse que eu vi elas lá porquê ela havia comprado e como ela não gostava das balinhas, elas ficaram rolando por muito tempo.  E ainda disse:

- Só como estas balas por necessidade! (por causa da hipoglicemia)

Hahaha, o que será que o casamento fez comigo? Nem lembro mais os gostos da minha mãe?!?

Resumo das balas, o Her e os meninos do serviço dele se incumbiram de comê-las.

Te amo mãe!


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Ciumenta?!?!


Sabe crise de ciúmes???


Eu e o Herbert estávamos lembrando de uma cena hilária que aconteceu com a gente logo que casamos.


No início do casamento todos os sábados eu ia à casa da minha mãe, enquanto o Herbert ia trabalhar. Saíamos de casa, pegávamos o ônibus e descíamos no terminal pra fazer conexão. Em um destes sábados, em uma destas conexões... Eu tive a minha crise.


Quando descemos do ônibus estava aquele furdunço cheio de gente empurra daqui, empurra de lá... Aí o Herbert saiu na minha frente e nos distanciamos, com uma mulher de distância. E ele disse:

- May, vamos rápido que o ônibus já está ali!

E eu vi aquela mulher que estava logo atrás dele dizendo:

- Tô indo, vamos, vamos!

E eu totalmente invocada falei:

-Hei, ele está falando comigo! E não com você!!!

A moça me olhou com aquela cara de "hum?!?"

Nessa altura eu e o Her já estávamos correndo para pegar o ônibus, quando eu ouvi um:

- Hei moça, moça, moça!

Olhei para trás, e uma outra mulher disse:

-Ei ela estava falando comigo, não com ele!

O que eu poderia fazer? Pedi desculpe e sai rindo que nem uma doida, e o Herbert ainda não estava entendendo nada, porque queria mesmo era pegar o ônibus. Quando contei pra ele minha atitude, só podíamos rir e rimos desta situação até hoje.

Até agora não sei o porquê de eu ter agido daquela maneira, mesmo que para quem me conhece sabe que não é muito meu perfil, do tipo TIRANDO SATISFAÇÃO.

Mas naquele dia, ah, naquele dia eu quis tirar a satisfação, e passei foi vergonha....
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