sábado, 24 de dezembro de 2011

Irmão


E já vai fazer 23 anos que toda a minha família ganhou o nosso "presentinho de Natal".

O Lon, Dragão o Grande.

E ele é grande, menino querido, verdadeiro e falo sério nunca ouvi uma só pessoa dizer que não gosta dele. (Pudera né, será que alguém teria coragem de me falar isso?) Mas o Lon, Lão, o Lon Way Chao da Mamãe, o Binho, o irmão da May, o filho da Amélia, do Chao, o que inventou o nome Itchê, o pai da Laís e marido da Linda, não tem como não amar.

Aquele que sempre nos fez perguntas engraçadas como: - Ô mãe, como que a gente vai comprar se é sem entrada?? Isto porque na propaganda dizia 10x sem entrada. E o bichinho achava que era sem entrada na loja. O que passaria dentro da cabeça desta criança. Vendo a família inteira sem poder pisar dentro da loja e escolhendo um produto pra ser comprado, grande imaginação deste Lon.

Aquele que várias vezes me deu carona pra igreja na garupa da bicicleta, aquele que gosta de me atazanar e atazana mesmo, o que pergunta se eu não quero comprar um pica-pau, uma lesma...

Meu irmãozinho querido, que tantas vezes foi confundido como irmão mais velho, desta irmã mais velha aqui.

Querido irmão que este Natal, seu aniversário, seja lindo como todos os outros. Parabéns!

Te amo muito e sempre!

Uma lesma da sua irmã!!!!


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

E as nozes


Existem coisas que só o Natal pode proporcionar a uma mera mortal.

Neste Natal foi a primeira vez que ganhei a CESTA DE NATAL, um presentão cheio de coisas deliciosas, da empresa onde trabalho. E dentro dela veio a tal das nozes com casca. Falando sério, a pessoa que coloca as nozes com aquele cascão mais duro que casco de tartaruga, espera que a pessoa desista de comê-las. Afinal para aqueles que não tem nenhum aparato para este fim ou mira de raio laser fica simplesmente impossível romper o cascão
.
No último sábado eu e o Her, resolvemos comer as nozes, primeiro o SUPER Herbert tentou quebrar a casca com as mãos, sem sucesso. Depois partimos pra aquele negócio de amassar batata (tipo esse negócio da foto) em cima da tábua de carne. Mas ao invés de quebrar a casca a trituramos em mil pedaços e a noz, que estava dentro da casca, quebrou grudada na casca em mil pedaços “estilo duralex”.

Ficamos na vontade de degustar a bichinha, ou melhor, até comemos os micro pedaços que conseguimos soltar da casca.

Vamos combinar, seria uma ótima se chocolate, batata frita e outras coisas deliciosas viessem com a proteção da dita da noz, porque daí desistiríamos antes de começar a pensar em comer. Só por causa do trabalho que dá.

Ufa!

Ah e quem quiser me dar um abridor de noz no Natal tô aceitando, afinal o que eu vou fazer com aquele monte de noz que sobrou no pacotinho.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A Pipoca


Este final de semana eu e meu amado aproveitamos para assistir alguns filminhus e comer pipoca, é claro.

Eu tenho um vício quase preocupante por pipoca, no mínimo uma vez na semana eu tenho que pegar minha pipoqueira (minha primeira peça do enxoval que EU mesma comprei, muito tempo ainda antes de casar) jogar óleo, colocar os milhinhos e ficar rodando aquele negócio na tampa da pipoqueira até que todinhas estejam ótimamente estouradas.

Hum! Que dili!!!! Depois é só jogar um sal e "voilá"!

Quando eu e o Her ainda éramos casado de novo, como eu ouço muito por aí, casado fresco, ou simplesmente recém-casados, a gente comer uma pipoquinha assistindo um filme.

Só sei que, quando o filme é bom a gente nem olha pro balde de pipoca e só vai pegando e comendo... Enfim lá pelo meio do balde de pipoca comecei a pegar umas pipocas molhadinhas. A primeira vez que peguei eu pensei: "Deve ter acumulado muito óleo!". A segunda comecei a estranhar, a terceira vez resolvi olhar pro balde de pipoca. Quando olhei... Lá estava meu amado marido comendo a pipoca e jogando os carocinhos que ele não gosta de morder de novo no balde.

Ou seja eu tava comendo pipoca já comida por ele. Pode-se imaginar minha alegria na hora. o_O

Sei que de agora em diante ou ele coloca os carocinhos em um pires, ou guarda tudo na mão e depois joga fora.

Porque comer pipoca comida não dá, né?

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Minha família


Eu tenho uma família enorme. E ela vem de todos os lados. A família Chao, minha família chinesa. A família Almeida que me adotaram desde que minha mãe casou com o Itchê. A família Tamanini, daonde vem meu lado Catarina. Há dois anos ganhei mais duas a Feldkircher e a Reis, herdei do Herbert e aprendi a amar cada um de um jeito todo especial. E a família de Cristo, eta povão da IEL, estes eu tenho muito contato, afinal todo domingão estamos lá.

Mas hoje eu quero falar um pouco da Família Tamanini Chao de Almeida Rosa Feldkircher. (O Rosa vem da Thaís e de sua família que afinal de contas também é um pouco minha).

Depois desta pequena introdução estou aqui para dizer como a família é importante TODA ela, imensamente grande, porque assim como eu com certeza cada um tem uma família que começa pequininha e depois vai aumentando aqui e ali. Com alguns mantemos muito contato com outros nem tanto. Mas com certeza o amor existe, afinal o sangue que nos une é tudo. Seja o sangue de Cristo ou os "nossos sangues" mesmo.

Neste feriado de 7 de setembro Deus proporcionou a mim e ao Herbert 5 dias maravilhosos com este pedacinho muito especial da nossa família. Depois de tanto tempo sem viajarmos todos juntos com os respectivos marido e esposa e filha foi muuuito legal e divertido. Já faziam muitos anos sem estarmos todos de folga no mesmo momento pra podermos viver estes momentos preciosos. 

São os presentes de Deus, aqueles que sempre estarão presentes no momento da necessidade, da alegria, aqueles que estão sempre prontos a nos dar uma palavra de ânimo quando precisamos, ou então um puxão de orelha quando erramos. Aqueles que sempre é fácil perdoar, porque nunca conseguiremos viver sem eles.Amo a cada um dos Tamanini Chao Feldkircher Reis Rosa de Almeida e Cristo. Ufa!

Um post especial pra minha família, porque eles merecem sim! 


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Ê vida boa


Antes de tudo, abrindo um adendo pra me justificar. Sim, muitas coisas aconteceram nestes últimos meses. Fizemos 2 anos de casados (já?) . E eu larguei minha vida de madame e minha preguiça e voltei a trabalhar. Sim, agora minha vida é corrida. Sim, só limpo a casa no final de semana. E sim, eu preciso de 30 horas por dia pra dar conta da minha vida dupla: dona-de-casa e mulher "trabalhadeira". Então as minhas leitoras e leitores, perdão pela demora da atualização.

Mas enfim, neste último mês eu e o Herbert tivemos uma experiência inesquecível. Na realidade creio que tudo que agrega a nossa vida fica realmente na lembrança. Acho que eu já disse antes mas ao contrário do que se espera uma linda donzela quando vai casar, os primeiros meses do casamento não tem nada de mar de rosas. NADA mesmo. São conflitos e grandes discussões e o que faz a diferença é existir duas vidas bem dispostas e tementes à Deus pra aceitar mudanças. A necessidade de o casal de moldar um ao outro é extremamente necessária.

Como estava dizendo eu e o Herbert ganhamos um presente de Deus:  a condição de ir a um retiro de casais. Abençoador e promissor. Aprender nunca é demais e aprender em conjunto é muito melhor. Aprender a ouvir e a falar, a forma de agir, a forma de olhar. Tudo expressa sentimentos sendo bons ou ruins.

A minha grande vitória e transformação vem de uma coisa que eu sou craque: falar. O detalhe é que não é só falar, mas a forma de falar, a intonação do falar. Uma coisa tão simples e que tem feito nosso casamento melhorar muito.

Te convido também a aprender a falar, deixe tudo aquilo que aprendeu na convivência com seus pais e familiares, tudo o que aprendeu com seus colegas do serviço, e volte a aprender a falar de forma clara e calma sempre. Creia, mudanças incríveis virão.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Homem estranho


Desde que eu fui assaltada, há muitos e muitos anos atrás eu vivo de olho bem aberto o_O. Não perco uma movimentação estranha. E quando eu digo pra minha mãe: - Nossa mãe, fui em tal lugar e estava cheio de gente estranha. A mãe sempre diz que TODO mundo é estranho, quando eu não conheço. Claro! Uma maneira de zombar levemente do meu estado constante de alerta.

Mas enfim, quando eu vim morar aqui no Sitio Cercado, eu percebi que dava algumas horas e sempre tinha "homens estranhos" parados aqui na esquina. E eu sempre incomodada com esta situação, até mesmo meio desesperada, porque sabe lá né? Eles poderiam estar espiando dentro do meu lar, ou então vigiando as redondezas sabe lá pra que, na verdade, melhor nem saber o que tanto eles olhavam parados por ali.

Passando o tempo e sempre se repetia, até que uma vez eu resolvi ir na quintanda bem na hora que eles estavam parados (obviamente porque havia esquecido que eles estavam ali) e passei em frente daqueles "homens estranhos", quando de repente... Passa um ônibus e pega todos eles! :/

Adivinha? Estes homens estranhérrimos eram penas funcionários de uma empresa, esperando pelo busão pra levar eles para o serviço.

Eita!

Até hoje eles continuam aqui na esquina, mas não são mais estranhos, são apenas trabalhadores.

Só eu mesmo!

terça-feira, 29 de março de 2011

Pavor


Tá aí um bicho que eu tenho pavor...

Semana passada estava lembrandro de uma história bizarra. Digo bizarra agora, porque na hora era simplesmente desesperador.

Minhã mãe e meu padrasto haviam viajado, eu, já era casada, mas não tinha internet em casa. Como tinha a chave da casa da minha mãe resolvi ir até lá acessar a internet e verificar meus e-mails: SOZINHA.

Cheguei lá e ao me aproximar do computador vi um "dinossauro" correndo por cima da escrivaninha. Na mesma hora não exitei e desesperada liguei pro meu marido: - Her, tem uma lagartixa enorme aqui perto do computador, e eu vim aqui só pra usar a internet, e agora eu não vou poder usar porque este bicho não sai!

Eu fico pensando a cara dele recebendo esta ligação, no meio do expediente.

Ele falou que era pra eu pegar um pano e jogar que ela ia sair correndo. Fui procurar um pano, mas pensei que se eu jogasse o pano ela podia ficar revoltada comigo e pular na minha cara. Isso não seria legal. Mas então, peguei o pano e joguei beeeeem de longe. Ela deu uma andadinha, mas não chegou a fugir.

Coisa!

Resolvi então agora ligar pra minha mãe, que estava curtindo uns dias na praia. Aí já estava chorando... Mãe, tem uma lagartixa aqui no computador, ela não sai, já joguei um pano e ela tá aqui, mãe. Que ódio! Minha mãe deu uma outra ideia: - Pega um cabo de vassoura, fica batendo que ela foge!

Lá fui eu pegar o cabo de vassoura, bati, bati, e ela fugiu.

Mas adivinha o pavor de ela aparecer por ali de novo era tão grande que fui embora e acabei não usando o computador.

Sim, pra mim lagartixa parece dinossauro!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Chamando urubu de meu loro


Sim, o tempo passou e agora com meus 26 anos, ou melhor até mesmo antes destes anos chegarem, eu já estava ficando doidinha. Com certeza, a desculpa é da correria do dia-a-dia, uma dona de casa também tem muitas tarefas...

Enfim há algum tempo atrás, o Herbert foi trabalhar e como sempre, eu tiro mais um soninho, acordei, e quando cheguei até a cozinha me deparei com uma etiqueta da Hering, aquela etiqueta com o código de barras, o que obviamente significava que havia alguma roupa nova na área. Mas de quem seria esta roupa?Se não era minha, obviamente era do outro morador desta casa, o Herbert!

Como é possível imaginar, passei o dia todo remoendo o que será de novo que havia com meu excelentíssimo esposo.

Ele chegou em casa com uma camiseta verdinha (que se você o conhece, já deve ter visto ele com ela por aí). E eu mais rápida que a velocidade da luz, perguntei: - Quem te deu esta camiseta? E ele: - Não sei, estava dentro do meu armário. E eu: - Herbert, não minta pra mim, quem te deu esta camiseta???

o_O Tá, depois de uma leve discussão, a verdade veio a tona. Fui eu que dei a camiseta para ele. Na realidade eu tinha dado outra, que acabei trocando por aquela... verdinha. Mas, dei no aniversário dele, e ela com etiqueta e tudo caiu por trás das outras roupas, e acabou reaparecendo alguns meses depois.

Fala sério, isso que eu demorei algumas horas para que minha cabeça conseguisse lembrar que eu tinha trocado por aquela camiseta mesmo. E assim parar de desconfiar da possível pessoa que teria dado um presente para ele sem eu saber.

Resumindo, pra ele foi bom, ganhou uma camiseta nova, depois de ter passado um tempão do aniversário. E eu pude concluir, o tempo passa e a cabeça não é mais a mesma.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Super heroína


Eu posso dizer que sou super herói, ou no mínimo desastrada demais, sem o controle da minha super força.

Desde que comecei a academia, há um mês atrás, eu já consigo erguer no exercício chamado francês 5kg e no outro que é um tal de rosca direta sentada (se é que é isso mesmo o nome) uns muitos 2kg. Ou seja, como é possível perceber sou forte, F-O-R-T-E . Isso é incrivelmente muito pesado hehehe.

Mas enfim, minha mãe fez a cirurgia no joelho, coisinha simples, mais simples do que eu poderia imaginar e eu fui na casa dela, dar um help né? Afinal filha é pra isso. Lavar a louça, subir e descer escada com a bolsa de gelo, e assim por diante...

No entanto, algumas coisinhas não saíram bem como o imaginado, porque fui lavar a louça pra ela e quebrei a asinha da xícara novinha dela, que pertence a um jogo de louça que ela ganhou do meu irmão e da minha cunhada. Isto não sendo suficiente, fui arrumar a antena da tv do quarto dela, pra ela poder ver melhor o programa que ela gosta e... quebrei a antena. Só que o pior estava por vir. A mãe foi colher uns limões pra que eu pudesse fazer uma limonadinha refrescante, como uma menina muito esperta, eu dou uma pisadinha nos limões, pra espremer mais fácil. Quando meu SUPER pé esmagou o pobre do limão, que foi direto pro lixo. E tudo isso em míseros 3 dias.

Segundo minha mãe eu tô forçuda demais, mas será que 5kg erguidos 3 vezes na semana fariam realmente tanta diferença? Creio que não né. Acho que é a falta de noção mesmo desta pessoa que vos escreve.

Cuidado com quem mexer comigo hein... Tô forte, ou melhor... desastrada...

sábado, 15 de janeiro de 2011

Parque Lago Azul


Tempo de férias é sempre tempo de passear, e porque não conhecer um lugar novo? E o melhor, perto de casa!

Há algumas semanas atrás eu e a família do meu marido fomos a um  pesque pague e erramos a rua e acabamos passando em frente a um parque no bairro Umbará. Comentei com ele que em outra oportunidade queria ir lá conhecer este parque.

Enfim na última semana, no domingo ensolarado resolvemos ir lá conhecer.

Te aconselho a ir lá Rua Colomba Merlin, 476 - Umbará, Curitiba / PR, sempre aberto das 6h as 21h.

Lá tem de tudo o que você precisa pra relaxar e sair da correria do dia a dia. Uma vantagem é que carros não chegam na área das churrasqueiras, então não há aquele som alto que muitas vezes somos obrigados a ouvir gratuitamente em parques como o Barigui. Para conseguir reservar uma churrasqueira, é interessante chegar cedo, pois as 11horas já estavam todas ocupadas, elas tem energia elétrica e água e também postes pra se colocar rede. Tudo isso numa área verde muito bem cuidada.

Caso queira só passear mesmo tem um bistrô caso bater uma fominha  ou uma sede.

Lá tem parquinho de troncos para as crianças e para os adultos 3 campos de futebol de grama.

Um lugar simplesmente delicioso. E pouco movimentado, afinal foi inaugurado a pouco tempo.
Nós fomos! Vá também e aproveite suas férias!!!
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